A NINA vive dentro do seu WhatsApp. Você pede por texto, áudio ou foto — ela entende e vira tarefa, lembrete ou compromisso. Sem abrir outro app, sem digitar formulário, sem esquecer o que ficou combinado na conversa.
Três passos. Depois disso é só conversar como você já conversa.
No painel, você lê um QR Code — o mesmo do WhatsApp Web. Nenhum aplicativo novo no celular, nenhum número diferente para decorar.
Seus contatos e grupos aparecem em uma lista. Você marca, um a um, o que a Nina pode acompanhar. O que não for marcado ela nem enxerga.
"Nina, agenda a reunião de sexta às 15h." É o gatilho — como o "Alexa" ou o "OK Google". Sem ele, ela não cria nada por conta própria.
O pedido nasce no meio da conversa. É ali que ela anota.
O combinado do grupo da família vira tarefa sem você sair da conversa.
O cliente marca pelo WhatsApp e some da sua cabeça. Agora não.
Áudio de um minuto do mestre de obras, no barulho, dirigindo. Ela ouve.
O que ficou combinado na reunião pelo WhatsApp some em duas horas.
A diferença não é ter mais um aplicativo. É não precisar de nenhum.
Uma assistente que lê conversa só é aceitável se as regras forem suas. São três travas, e todas ficam na sua mão.
A Nina só acompanha as conversas que você marcou no painel. Você tira a marcação quando quiser e ela para na hora.
Mesmo acompanhando um grupo, a resposta vem para o seu privado. Ninguém do grupo vê a assistente trabalhando.
Só quando chamada pelo nome, sugerindo com confirmação, ou anotando sozinha. Você define conversa por conversa — o grupo do trabalho não precisa ter a mesma regra do da família.
O que foi combinado na conversa vira tarefa antes de você fechar o WhatsApp.